







31/01 Aviões do Forró,
Chico Pessoa,
Bota pra Dançar.
01/09 Solteirões do Forró,
Forró Real,
Forró Zambare.
02/09 Reginaldo Rossi,
Elenir e Elenildo,
Luizinho de Irauçuba.
03/09 Taty Girl e Forró Adoro,
Lagosta Bronzeada,
Trio Magia Sertaneja
A 15º Romaria da Terra aconteceu no ultimo domingo dia 7 de Agosto de 2011,Quando os romeiros começaram a chegar 4:00 da manhã até o amanhecer de Domingo.
A Romaria começou a ser animada durante a madrugada pelo o coral acordes de cristo,E ao amanhecer o dia a Banda de Musica do Municipio de Itapipoca chegou para animar a Festa executando em seu repertorio o Hino de Itapipoca escrito pelo o Maestro José Frota Neto, E Logo depois a Canção de Itapipoca Cantada pelo o Cantor e Compositor Amaury Benevides.
E Logo Após a Solenidade de Abertura da 15ª Romaria da Terra. O Povo seguiu em caminhada até o horto do cruzeiro. E Depois seguiu até o Parque de Exposições Hidelberto Barroso onde os romeiros iriam se dirigir a suas proprias tendas.
E as 13:00 os romeiros chegaram, A Praça Perilo Teixeira onde teve apresentações culturais com os artistas da caminhada.
Após as Apresentações Teve a Celebração Eucaristica Presidida pelo o Dom Frei Antonio Roberto Cavuto Bispo da Diocese de Itapipoca.
E o encerramento ficou por conta dos alunos da, Escola Patronato Nossa Senhora das Mercês.
Que fizeram uma apresentação de dança.
E o Coordenador Regional da CPT Tiago Valentin.
Texto:Pedro Glerton
04h às 6h – Chegada e acolhida dos Romeiros e Romeiras da terra, na Igreja de São Sebastião.
07h-Mística e Caminhada da Igreja São Sebastião seguindo até o Parque de Exposição.
09h-Deslocamento para as tendas: terra, água e dignidade.
13h30-Deslocamento das tendas para a Praça da Igreja de Nossa Senhora das Mercês.
14h-Apresentações Culturais com artistas da caminhada.
15h-Celebração Eucarística, bênção e envio dos Romeiros e Romeiras da terra.
Três “Tendas” de estudo e reflexão serão desenvolvidas dentro da temática principal, divididas de acordo com os três climas presentes no Ceará: São elas: Tenda Serra discutirá o subtema Dignidade (esta tenda abrigará as dioceses de Itapipoca, Sobral, Tianguá e Crateús); a Tenda Sertão discutirá a temática Terra (as dioceses de Iguatu e Quixadá serão as responsáveis por esta tenda) já a Tenda Litoral tem como temática a Água (responsáveis: Fortaleza, Crato e Limoeiro do Norte).
Para ajudar as Dioceses, Paróquias e Comunidades estudar o tema, a CPT lançou um texto base com 3 encontros celebrativos.
Mais informações: CPT Regional NE 1 – cptce@fortalnet.com.br / diocese de Itapipoca – comunicação @diocesedeitapipoca.org.br
Suas origens remontam aos primórdios do Século XVII, quando requereram e obtiveram por Sesmaria terras situadas na região, os portugueses Francisco Pinheiro do Lago e sua mulher D. Josefa Ferreira de Oliveira, Tomé de Oliveira Chaves e sua mulher, tendo como localização possessória os sítios Santo Amaro e São José, destacando Jerônimo de Freitas Guimarães e sua mulher D. Francisca Pinheiro do Lago.
Desses e outros, vinculados ao mesmo agregamento, nasceu a Vila, mantendo a mesma denominação e a ter como instrumento de criação a Resolução Imperial de 3 de fevereiro de 1823, referendado pelo Alvará de 17 de outubro do mesmo ano. Quando da transferência da Vila, para a localização atual, com o nome de Imperatriz, atribuído conforme Lei Provincial nº 1.011, de 3 de novembro de 1862, o antigo reduto passou a chamar-se Vila Velha. A mudança de nome, para a denominação atual. Ocorreu segundo Dec. Nº 1, de 2 de dezembro de 1889. Sua elevação à categoria de Cidade, ocorreu, em virtude de Lei nº 1.288, de 31 de agosto de 1915.
Em suas manifestações de apoio eclesial consta inicialmente do desdobramento do Curato do Acaraú em quatro Freguesias, conforme Provisão referenciada no ano de 1757 e assinada por D. Francisco Xavier Aranha, do Bispado de Pernambuco. Uma dessas Freguesias teve por sede o reduto de São Bento de Amontada sob cuja jurisdição ficou subordinado o reduto de São José da Uruburetama.
Em 1778, segundo praxe adotada na formação de patrimônios eclesiásticos, Jerônimo Guimarães doou, em favor da recém-desmembrada Freguesia, meia légua de terras, situando-se nesse local o espaço físico onde deveria ser construída a Igreja-Matriz. A transferência de sede da Freguesia, para a Vila de Imperatriz, deu-se segundo Lei nº 364, de 29 de julho de 1846, sendo seu primeiro vigário o padre Luiz Antônio da Rocha Lima, funcionando provisoriamente na capela de Nossa senhora das Mercês.
A Igreja-Matriz, dedicada ao padroado de Nossa Senhora das Mercês, teve como início de obras o ano de 1881 e como responsável Monsenhor Antero José de Lima. Dada a sua evolução eclesiástica, concedeu-se à Paróquia o título de Bispado, não havendo, pelo menos ao nosso alcance, registros que identifiquem a data-início dessa evolução.
Evolução política
Quando da transferência da Vila, para a localização atual, com o nome de Imperatriz, atribuído conforme Lei Provincial nº 1.011, de 3 de novembro de 1862, o antigo reduto passou a chamar-se Vila Velha. A mudança de nome, para a denominação atual. Ocorreu segundo Dec. Nº 1, de 2 de dezembro de 1889. Sua elevação à categoria de Cidade, ocorreu, em virtude de Lei nº 1.288, de 31 de agosto de 1915.