quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Ferroviário perde para o Itapipoca
Desde o início de partida o Itapipoca buscou o gol, acertando o travessão aos 8 minutos, com o atacante Adriano.
Mais ousado diante de um tímido adversário, o time da casa abriu o placar aos 18 minutos, em chute cruzado de Kiko.
Mesmo sem presença no ataque, o Ferroviário empatou seis minutos depois, em lance de bola parada. Arlindo Maracanã cobrou falta, Eufrásio deu rebote e Juranílson empatou.
Mas o Ferrão parou por aí. Três minutos depois, Adriano finalizou com precisão, voltando a deixar o Ita na frente.
Aos 31, um dos refletores do estádio apagou, paralisando a partida por 20 minutos. O primeiro tempo recomeçou com pressão do time da casa, que ampliou aos 45 com Adriano, após lambança do goleiro Célio.
No 2º tempo, o Ferrão foi melhor e diminuiu aos 42, com Arlindo Maracanã de pênalti.
Fonte Jornal Diario do Nordeste
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
A HISTÓRIA DO CARNAVAL

O carnaval é uma festa popular muito antiga e, por isso, não se sabe
a origem exata dessa comemoração. O que se sabe é que essa tradição vem sendo transmitida de geração a geração há muitos séculos.
Quem trouxe o carnaval ao Brasil foram os portugueses, por volta de 1750. Nessa época, a festa era chamada de entrudo, palavra que vem do latim introitu e significa entrada, pois a comemoração começava na entrada (início) da Quaresma.
Mais tarde, surgiram as máscaras, as fantasias e as marchinhas. A serpentina (de origem francesa) e o confete (de origem espanhola) que enfeitam os bailes de salão chegaram ao Brasil em 1892.
Algumas fantasias, como as de Pierrô, Colombina, Arlequim e Rei Momo são bastante tradicionais, principalmente nos bailes de salão. Mas, mesmo com todo o sucesso desses bailes, o carnaval de rua é cada vez mais procurado e ainda preserva parte do folclore brasileiro.
CARNAVAL DE RUA
Desde o início do carnaval brasileiro, muitas pessoas o comemoram nas ruas. Foram assim que apareceram os blocos e os cordões, grupos que cantavam músicas próprias e que deram origem às escolas de samba.Hoje, nos estados da Região Nordeste, o carnaval de rua reúne uma multidão de pessoas, entre brasileiros e estrangeiros.
Cada estado tem sua maneira de festejar. Na Bahia, por exemplo, a grande atração são os trios elétricos e, em Pernambuco, danças tradicionais como o frevo e o maracatu fazem a festa de adultos e crianças.
O CARNAVAL BRASILEIRO
O primeiro carnaval brasileiro, segundo os historiadores, aconteceu em 1641. O governador do Rio de Janeiro, Salvador Correa de Sá Benevides, determinou que se dedicasse uma semana de festa para homenagear a coroação de D. João IV. O povo adorou a ideia.
No início, o carnaval era animado com canções portuguesas, como as quadrilhas. Depois, vieram a polca e os ritmos do carnaval italiano. Só em 1870 é que surgiu uma música tipicamente brasileira, o maxixe, e a primeira canção carnavalesca do país: E viva Zé Pereira.
Uma tradição do carnaval eram as brigas com ovos, limões, água e farinha, já cultivada em outros países. Na época da Proclamação da Independência, eram comuns essas batalhas. Até as orgulhosas senhoritas da alta sociedade participavam. Das varandas das casas, moças vistosas jogavam ovos e água nas pessoas que passavam na rua.
O samba tem origem em antigos ritmos trazidos pelos escravos africanos para o Brasil. Afirma-se que a palavra samba vem de semba, que significa umbigada ou união do baixo ventre em dialeto africano. No século XIX, esses ritmos africanos sofreram a influência da polca, da habanera, do maxixe e do choro. A arte do samba chegou ao Rio de Janeiro com as baianas que ali foram viver. |
sábado, 22 de janeiro de 2011
SESA registra 290 casos de dengue

O Município de Itapipoca é o local onde foi constatada a maior incidência, com 65 pessoas infectadas
De acordo com boletim divulgado, ontem, pela Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), já foram confirmados, neste ano, 290 casos de dengue no Estado, em 32 municípios. Dentre estes, quatro são de dengue hemorrágica. Um registrado em Fortaleza e três no município de Itapipoca.
Conforme foi divulgado, 155 municípios cearenses apresentam infestação pelo Aedes Aegypti - mosquito transmissor da doença. Contudo, apenas em 32 cidades foi constatada transmissão efetiva de dengue. O material também informa a ocorrência de quatro casos de dengue com complicação, nos municípios de Pacajus, Miraíma, Itapipoca e Fortaleza.
O boletim da Sesa alerta para a elevada incidência de casos em Itapipoca, onde já foram registrados 65 casos da doença apenas neste ano. As cidades de Pacatuba, Guaiúba, Massapê, Santa Quitéria e Icó também merecem destaque.
Fonte Jornal Diario do nordeste


























